A 12.ª jornada da Liga portuguesa voltou a colocar a arbitragem no centro da polémica, desta vez com impacto direto no Benfica. As avaliações oficiais divulgadas pelo Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol atribuíram nota negativa à equipa responsável pelo encontro entre Nacional e Benfica, uma decisão que rapidamente incendiou o debate entre adeptos e analistas.
Segundo os dados tornados públicos, o desempenho da arbitragem foi considerado “insatisfatório”, um dos piores níveis de classificação possíveis. A análise abrangeu tanto o árbitro principal como a equipa de videoarbitragem, sinalizando falhas relevantes na gestão do jogo e na análise de lances decisivos. Esta avaliação surge num momento sensível da época, em que cada ponto pode ser determinante na luta pelos objetivos encarnados.
Decisões sob escrutínio aumentam contestação
A atuação da equipa de arbitragem deixou várias decisões por esclarecer, algumas delas em momentos-chave da partida. Entre adeptos do Benfica, cresce a convicção de que determinados lances poderiam — e deveriam — ter sido analisados de forma diferente, alimentando a sensação de prejuízo competitivo. Nas redes sociais, multiplicaram-se reações críticas, com muitos a questionarem a consistência dos critérios aplicados jornada após jornada.
Além do jogo do Benfica, também o encontro do Sporting na mesma ronda recebeu classificação negativa, o que reforça a perceção de uma jornada marcada por erros relevantes. Ainda assim, no universo encarnado, o foco está nas consequências diretas que estas decisões podem ter na corrida pelo título.
Pressão aumenta sobre a arbitragem
Este novo chumbo oficial relança o debate sobre a qualidade da arbitragem em Portugal e a eficácia do VAR, tecnologia criada precisamente para reduzir erros claros e decisivos. Para muitos adeptos, a repetição de avaliações negativas mina a confiança no sistema e exige respostas concretas por parte das entidades responsáveis.
Enquanto o Benfica procura manter o foco dentro das quatro linhas, fora delas cresce a pressão para que haja maior rigor, transparência e responsabilização. A época ainda vai a meio, mas episódios como este prometem continuar a marcar a atualidade do futebol nacional — e a incendiar paixões na Luz.







